Lucila Junqueira Machado
Diretora de Assuntos Associativos Assuntos Associativos
+55 11 5187-5194 lucila.machado@ahkbrasil.comO desempenho econômico do Brasil, desde o estabelecimento do escritório da Roland Berger no país em 1976, tem se situado aquém das expectativas relacionadas ao seu potencial e do necessário para uma trajetória de convergência com economias desenvolvidas.
Neste estudo, demonstramos que é viável ao Brasil alcançar um cenário de crescimento econômico anual de 4,0% até 2050, em contraste com o índice de 1,5% registrado nas últimas décadas e considerado o mais provável por especialistas e formuladores de políticas públicas. Tal cenário aspiracional fundamenta-se em duas premissas principais:
O Brasil implementa políticas estruturais que promovam crescimento acelerado e significativo de produtividade, incluindo reformas regulatórias que incentivem o aumento do investimento; a criação de estímulos e a remoção de barreiras para a disseminação de melhores práticas, especialmente no setor público; e a consolidação de uma situação fiscal sólida, a fim de reduzir substancialmente o custo de capital e diminuir a vulnerabilidade do país a choques internos ou externos.
O país aproveita oportunidades oriundas de macrotendências globais para impulsionar novos vetores de crescimento. Entre essas tendências destacam-se o aumento da demanda por alimentos, a transição da matriz energética global para fontes renováveis e a elevação do poder econômico de países em desenvolvimento.
Um crescimento anual de 4% permitiria ao Brasil uma performance comparável à de países que realizaram a transição de economias em desenvolvimento para desenvolvidas em períodos de 20 a 30 anos. Nesse contexto, o PIB per capita atingiria USD 25 mil — similar ao de Portugal —, em contraste com USD 15 mil — equivalente ao do Chile — caso se repita o desempenho histórico. Assim, a economia brasileira figuraria entre as cinco maiores do mundo, competindo com a Alemanha pela quarta posição e situando-se atrás apenas das maiores potências globais (EUA, China e Índia). Ressalta-se que esse diferencial de desempenho econômico resultaria em avanços significativos na qualidade de vida e no padrão socioeconômico da população.
Participação presencial
Local:
Rua Verbo Divino, 1488 - 3º andar - Chácara Santo Antônio (Zona Sul) São Paulo – SP - 04719904 Brasil
⚠️ Informativo sobre o Condomínio Transatlântico:
Devido ao reestabelecimento das obras do túnel Chucri Zaidan, há interdições e mudanças nas vias no entorno do escritório da Câmara. Recomendamos verificar seu trajeto com antecedência para evitar possíveis transtornos. Aqueles que vierem pela Marginal deverão seguir pela Rua Alexandre Dumas, depois Rua Antonio de Oliveira e, então, entrar à direita na Rua Verbo Divino que passará a ser uma via de mão dupla.
Data e horário:
13.11.2026 das 08:00 às 10:00 horas
Idioma:
Português
Tipo do evento:
Palestra
Pedro Guimarães
Sócio Diretor – Roland Berger Brasil
William Bebb Jones Jr (Bill)
William é Senior Advisor da Roland Berger no Brasil desde Novembro de 2025. Antes de se juntar à Berger trabalhou mais de 30 anos na McKinsey & Company na sua Prática de Estratégia e Finanças Corporativas. Nesse papel, se tornou o principal elo entre a McKinsey Brasil e o McKinsey Global Institute, instituto de pesquisa sobre temas com impacto em desempenho econômico. Nesse contexto, liderou por 2 anos ampla pesquisa de produtividade no Brasil. William também conduziu estudos tratando do impacto da informalidade na produtividade de setores críticos da economia, em particular o varejo, avaliação do nível de digitização da economia brasileira em comparação com pares e com países em estágio mais avançado de desenvolvimento e sobre a importância do crescimento para a rentabilidade e perenidade das empresas.
William é formado em Economia e Ciências Políticas pela Vanderbilt University e possui MBA da Columbia Business School
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